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sábado, 19 de outubro de 2013
Pastores evangélicos são mortos pela polícia da Bahia
O caso das mortes dos supostos pastores evangélicos ainda está cercado
de dúvidas. Isto porque, segundo a assessoria da Polícia Civil em
contato com o Varela Notícias, ainda não há nenhum dado
que confirme que eles fizessem parte de alguma congregação religiosa.
A informação sobre as vítimas foi espalhada por amigos e familiares para
a imprensa que estava presente no local da morte dos acusados.
Entenda o caso
Gilmário Sales Lima, 24 anos, Jesivam Cristiano Dias Brito, 26, Enderson Almeida Souza Matos, 23 anos, e um homem apenas identificado como Fábio, foram mortos a tiros pela polícia na BR324. Eles são apontados como integrantes de uma quadrilha de roubo de carros que atuava em Salvador e Feira de Santana.
Uma das versões para as mortes indica que eles entraram em confronto
com policiais do Serviço de Investigação da Coordenadoria de Polícia do
interior (Coorpin) e da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos
(DRFR). Contrariando a versão da polícia, testemunhas relataram que eles
eram missionários e que estavam se dirigindo a Aracaju pregar a palavra
de Deus.
Uma testemunha que não quis se identificar, moradora do bairro
Liberdade, em Salvador, faz parte da mesma congregação de duas das
vítimas do confronto. Ela afirmou ao Varela Notícias
que conhecia o Pastor Gilmário Sales de 24 anos. Gilmário e Jeisivam
Cristiano Dias Brito, de 26 anos, eram missionários de uma igreja
evangélica de Feira de Santana “Ele vinha de uma pregação e estava a
caminho de Aracaju, junto com o missionário Jeisivam, onde iriam pregar a
palavra de Deus aos sergipanos”, afirmou Lúcia.
A comunidade evangélica fará um protesto na próxima segunda-feira (21), no Centro Administrativo da Bahia, às 17h.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Pirâmides: líderes de redes suspeitas serão investigados por força-tarefa
Ao todo, 31 empresas estão sob investigação e podem ser bloqueadas, afirma promotor
Força tarefa investiga 31 empresas suspeitas de pirâmide
Além dos donos das empresas que mascaram
pirâmides financeiras, as pessoas responsáveis por angariar investidores
para essas fraudes, e que lucram expressivamente com elas, também
deverão ser punidas, diz o presidente da Associação do Ministério
Público do Consumidor (MPCon), Murilo Moraes e Miranda.
"Nós estamos investigando todos, inclusive a
possibilidade de haver ações civis e criminais contra esses principais
líderes regionais", diz o promotor, em entrevista ao iG.
'Interface' entre as empresas
Hoje, em todo o País, 31 empresas são alvos de investigação por suspeita de serem pirâmides financeiras. No início do mês, eram 18
.
As apurações têm mostrado que, embora possa não haver
relação entre os donos delas, muitas vezes os responsáveis por
arregimentar vítimas para esses negócios são os mesmos, segundo Miranda.
Ou seja, os líderes é que seriam responsáveis por fazer a interface
entre um esquema fraudulento e outro, permitindo assim a perenidade
desse tipo de crime mesmo com o fim das empresas.
A conduta de pessoas que participaram de negócios já extintos também poderão ser alvos de análise, de acordo com o promotor.
O Departamento de Combate ao Crime Organizado (Decco) do
Acre já vinha investigando ao menos cinco integrantes da rede
Telexfree
– suspensa por determinação judicial – responsáveis por conquistar
grandes contingentes de associados para o negócio. O inquérito, porém, foi barrado por um habeas corpus conseguido pela empresa
.
Novos bloqueios em vista
Miranda é um dos integrantes da força tarefa nacional
constituída neste ano para combater o que, no governo, é considerado uma
"febre de pirâmides", ancorada na popularização do acesso à internet .
O grupo, constituído de promotores, procuradores da
República, policiais federais e membros dos ministérios da Justiça e da
Fazenda, reuniu-se nesta terça-feira (30) em Brasília.
"Fizemos uma separação de tarefas entre os MPs para que
ninguém repita o trabalho de outro. Definimos uma estratégia de como
conseguir mais dados e informações [sobre os negócios suspeitos]",
afirma o promotor.
As investigações da força-tarefa já levaram ao congelamento das contas de Telexfree
, que diz atuar no ramo de telefonia VoIP, e da BBom, de rastreadores
. Ambas também foram impedidas de reunir mais membros para as redes. Os
pedidos foram feitos, respectivamente, pelo MInistério Público do Acre e
pela procuradoria da República em Goiás.
Segundo Miranda, todas as demais 29 empresas sob investigação são passíveis de serem alvos de congelamentos semelhantes.
"Todas essas empresas podem ter uma ação judicial [ contra elas
]. Isso depende do andamento do procedimento [ de investigação
] e também do judiciário [ que pode determinar ou não os bloqueios
]."
Os representantes de Telexfree e BBom negam irregularidades.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Telexfree expõe dados de divulgadores na internet
Boletos de cobrança particulares podiam ser encontrados com busca simples na web; documentos também indicam que, mesmo após bloqueio, cobrança por adesões continua
Boleto da Telexfree com cobrança de R$ 3.052,50 por 'assinatura de adesão' e 'kit central de anunciante'
A Telexfree
expôs dados de seus divulgadores na internet. Boletos de pagamento com
nome, endereço, valor pago e serviços adquiridos da empresa ficaram
disponíveis em mecanismos de buscas na internet.
O vazamento também sugere que a empresa, que está impedida de cadastrar novos divulgadores desde junho
, continuou a cobrar por adesões.
Procurada na noite desta terça-feira (30), a empresa não
comentou a informação. Logo em seguida ao contato da reportagem,
entretanto, as consultas já não estavam mais disponíveis.
A consulta dos boletos era possível por meio do endereço
"www.telexfree.com/plugins/boleto/boleto_bb.php?codigo=", ao que era
possível chegar por meio de uma busca pelas palavras "boleto cobrança e
ympactus" . Ao digitar o endereço, em conjunto com códigos de seis
números aleatoriamente escolhidos, o iG
teve acesso a dez boletos de cobrança.
Por meio do serviço de internet banking de uma
instituição financeira, a reportagem conseguiu checar que os boletos
efetivamente poderiam ser pagos.
A falha foi identificada por Manoel Netto, do blog
Tecnomundo. Segundo ele, o sistema permitia que qualquer interessado
facilmente capturasse dados dos divulgadores da empresa.
A Telexfree informa comercializar pacotes de telefonia
via internet (VoIP, na sigla em inglês) por meio de uma rede de
revendedores autônomos, chamados de divulgadores. No Brasil, eles são 1 milhão
.
Para o Ministério Público do Acre (MP-AC), porém, o
negócio é, possivelmente, a maior pirâmide financeira da História do
País, pois dependeria das taxas de adesão pagas por esses divulgadores.
Cobrança de adesão
Em cinco dos dez boletos consultados, há a informação
expressa de que os pagamentos se referem a "assinatura de adesão" e a
compra de "kit central de anunciante". Os valores cobrados nesses
documentos são muito próximos aos dos kits Ad Central Family e Ad Central
. Era por meio da aquisição deles que os divulgadores entravam na rede da Telexfree.
Todos os documentos – inclusive esses cinco – têm como
data de vencimento o dia 30 de julho de 2013. Desde 18 de junho, a
Telexfree está proibida pela Justiça de cadastrar novos divulgadores e
de fazer pagamentos.
Os boletos não permitem saber, entretanto, se esses divulgadores entraram para a empresa antes ou depois de18 de junho.
O Ministério Público do Acre não comentou a informação na noite desta terça-feira (30).
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Os advogados da Telexfree têm esperança
Além da Telexfree, outras oito empresas acusadas do mesmo golpe de pirâmide financeira estão sendo investigadas por Ministérios Públicos de todo o país, segundo levantamento da Associação do Ministério Público do Consumidor. Em Minas Gerais, o único inquérito em andamento é sobre a Mister Colibri, denunciada pela Polícia Civil de Juiz de Fora, na Zona da Mata. O órgão recebeu denúncias contra a Telexfree, mas ainda espera um parecer da Polícia Civil de Minas Gerais para decidir pela abertura de um novo inquérito.
Golpes. O professor de marketing digital Jesse Rodrigues explica os cuidados que os investidores devem tomar antes de embarcar em empresas que prometem muito lucro e pouco esforço. “A internet ajuda a propagar esse tipo de empresa, mas também é uma ferramenta importante de pesquisa”, diz. Na internet, os golpes de pirâmide financeira tentam se travestir de empresas de marketing multinível, que é uma prática legal. A diferença entre os dois é que, na pirâmide financeira, o produto ou serviço oferecido não é o carro-chefe, mas apenas um pretexto para alimentar a pirâmide com mais adesões e dar sobrevida ao golpe.
Divulgadores da Telexfree recorrem ao Supremo contra suspensão
Grupo do Paraná quer retomada de atividades suspensas pela Justiça.
Empresa é investigada por suposto esquema de pirâmide financeira.
Débora Santos
Da TV Globo, em Brasília
212 comentários
Um grupo de divulgadores da empresa Telexfree, no Paraná, recorreu
nesta terça-feira (9) ao Supremo Tribunal Federal pedindo a retomada das
atividades da empresa que estão suspensas desde junho, por decisão da
juíza Thaís Borges, da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, no Acre.
A empresa está sendo investigada pelo Ministério Público em vários estados, por suspeita de operar um esquema de pirâmide financeira, considerado crime contra a economia popular. Segundo o MP, a Telexfree utiliza como “disfarce” um tipo de estratégia empresarial conhecido marketing multinível, quando ocorre a distribuição de bens e serviços e divulgação dos produtos por revendores independentes que faturam em cima do percentual de vendas.
Os divulgadores afirmam que a decisão da Justiça do Acre fere seu direito “líquido e certo” de receber pagamentos da empresa, de acordo com os contratos firmados. Outro argumento é de que a Telexfree “honra com seus compromissos” e não há provas de que tenha cometido qualquer irregularidade.
Para o grupo, a suspensão total das atividades é injustificada e seria suficiente apenas impedir o cadastramento de novos contratantes ou nomear um interventor.
“Os danos enfrentados pelos impetrantes [divulgadores] e demais contratantes da empresa pela malsinada decisão judicial são de difícil, senão impossível reparação, prejudicando sobremaneira a esfera patrimonial e reputação dos impetrantes, como da própria empresa”, afirma o grupo de divulgadores.
Em caráter liminar, o grupo do Paraná pede a suspensão da decisão da Justiça do Acre e, no mérito, quer que seja derrubada a proibição de a empresa atuar. Eles pedem ainda que sejam admitidos como parte no processo todos os divulgadores e franqueados da Telexfree no país.
A empresa está sendo investigada pelo Ministério Público em vários estados, por suspeita de operar um esquema de pirâmide financeira, considerado crime contra a economia popular. Segundo o MP, a Telexfree utiliza como “disfarce” um tipo de estratégia empresarial conhecido marketing multinível, quando ocorre a distribuição de bens e serviços e divulgação dos produtos por revendores independentes que faturam em cima do percentual de vendas.
Os divulgadores afirmam que a decisão da Justiça do Acre fere seu direito “líquido e certo” de receber pagamentos da empresa, de acordo com os contratos firmados. Outro argumento é de que a Telexfree “honra com seus compromissos” e não há provas de que tenha cometido qualquer irregularidade.
Para o grupo, a suspensão total das atividades é injustificada e seria suficiente apenas impedir o cadastramento de novos contratantes ou nomear um interventor.
“Os danos enfrentados pelos impetrantes [divulgadores] e demais contratantes da empresa pela malsinada decisão judicial são de difícil, senão impossível reparação, prejudicando sobremaneira a esfera patrimonial e reputação dos impetrantes, como da própria empresa”, afirma o grupo de divulgadores.
Em caráter liminar, o grupo do Paraná pede a suspensão da decisão da Justiça do Acre e, no mérito, quer que seja derrubada a proibição de a empresa atuar. Eles pedem ainda que sejam admitidos como parte no processo todos os divulgadores e franqueados da Telexfree no país.
Dono da Telexfree depõe, mas inquérito é sigiloso
Delegacia de Defraudações, em Vitória, investiga atuação de empresa. Polícia Federal informou que também irá abrir uma investigação
Um dos donos da Telexfree, Carlos
Roberto Costa, prestou depoimento na tarde desta terça-feira (9), na
Delegacia de Defraudações (Defa), em Vitória,
para dar esclarecer as atividades desenvolvidas pela empresa, incluindo
se há ligação com a Telexfree INC, dos Estados Unidos. O delegado
Geraldo Martinho não deu informações sobre o caso e esclareceu que o
inquérito é sigiloso. Ainda não há previsão de conclusão do inquérito.
A Polícia Federal informou que também irá abrir uma investigação para apurar as suspeitas de atividades ilegais da empresa.
A determinação foi encaminhada à PF pelo ministro da Justiça, José
Eduardo Cardozo. A pasta já havia anunciado, em junho, a instauração de
um processo administrativo contra a companhia.
Segundo o ministério, a empresa estaria
ofendendo os princípios básicos do Código de Defesa do Consumidor, como o
dever de transparência e boa-fé nas relações de consumo, além de
veiculação de publicidade enganosa e abusiva. Caso seja confirmada a
violação aos direitos e garantias previstos no Código de Defesa do
Consumidor, a empresa poderá ser multada em mais de R$ 6 milhões,
segundo o governo.
Desde o início do ano, a Secretaria
Nacional do Consumidor apura denúncias encaminhadas pelos Procons
estaduais e pelo Ministério Público do Acre, que apontam indícios de
formação de pirâmide financeira, prática considerada crime contra a
economia popular.
Após propor comitê para discutir caso Telexfree, deputado volta atrás
Moisés Diniz diz ter sido agredido nas redes sociais por divulgadores.
"Esse tipo de pessoa não merece solidariedade", desabafa.
Moisés Diniz diz ter desistido de comitê após
agressões em redes sociais
(Foto: Reprodução/TV Acre)
Menos de 24h após anunciar a criação de um comitê para discutir a
situação dos investidores da empresa Telexfree, o deputado estadual
Moisés Diniz (PCdoB-AC) desistiu da ideia. Segundo ele, por ter sido
agredido em redes sociais por divulgadores insatisfeitos com a decisão
do parlamentar.agressões em redes sociais
(Foto: Reprodução/TV Acre)
"Eu queria fazer um comitê amplo da sociedade com movimentos sociais, para discutir a situação de fato dessa empresa, de milhares de pessoas que estão em situação dificil, mas recebi dezenas de agressões no Facebook, de pessoas que não são do Acre agredindo a Assembleia Legislativa, achando que estou contra a empresa. Então, esse tipo de pessoa não merece solidariedade", diz.
Diniz conta que o comitê tinha como objetivo trazer os principais representantes da Telexfree para explicar a situação e o funcionamento da empresa, além de discutir a situação das pessoas que investiram dinheiro nela, caso a empresa não seja mais autorizada a operar.
"Eu queria juntar a sociedade, mas dessa forma me retiro porque não é justo. Esse tipo de comportamento não ajuda a empresa, nem ajuda as pessoas. Por isso me retiro e deixo eles lutarem como acham melhor", conclui.
Entenda o caso
A atuação da empresa em todo o país foi suspensa por decisão da justiça acreana no dia 18 de junho, pela juíza Thais Borges. A Telexfree é suspeita de atuar em um esquema de pirâmide financeira, ilegal no Brasil.
No dia 6 de julho, a juíza Thaís Borges determinou o desbloqueio das contas bancárias de duas empresas Wolrdschanger Intermediação de Negócios LTDA e Simternet Tecnologia da Comunicação LTDA, que fazem parte do grupo Telexfree. No entendimento da magistrada, as contas das empresas não fazem parte do processo em curso.
A última decisão judicial sobre o caso havia sido tomada pela 2ª Câmara Cível Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) que negou o pedido de reconsideração feito pelos advogados de defesa da Telexfree contra a medida que suspende os pagamentos e a adesão de novos investidores à empresa de marketing multinível.
Entenda por que a Telexfree está sendo investigada
Empresa foi alvo de denúncias de operação de um esquema de pirâmide financeira e Ministério da Justiça decidiu abrir processo administrativo
Associados protestam contra bloqueio de bens da Telexfree,
em Brasília
Cerca de 300 manifestantes bloquearam a BR 116, em frente ao Parque de
Exposições Assis Brasil em Esteio (RS), durante protesto contra a
decisão da juíza do Acre que suspendeu as contas bancárias da empresa
Telexfree em todo o país, em 2 de julho
(Marcio Rodrigues/Futura Press)
Telexfree é o nome fantasia da Ympactus Comercial Ltda, empresa
suspeita de ter montado um sistema de pirâmide financeira por meio de um
negócio de venda de pacotes de telefonia via internet (VoIP, na sigla
em inglês) como fachada. A empresa teve seus bens bloqueados pela
Justiça do Acre. No site Reclame Aqui, a Telexfree possui uma conta nada
animadora - 13.900 reclamações desde setembro de 2012. Desse total,
mais de 10.000 não foram sequer respondidas pela empresa. A Telexfree
consta em 14º lugar no ranking das companhias mais reclamadas dos
últimos doze meses, à frente de bancos, como Itaú e Santander.
Milhares de associados podem ser lesados se a Justiça comprovar a
existência da pirâmide. Muitos deles têm se manifestado nas redes
sociais - e também nas ruas - a favor da Telexfree. Afinal, a liquidação
da empresa significa que boa parte do dinheiro angariado com associados
pode virar pó. Um grupo chegou até mesmo a tentar furar o bloqueio de
bens da Telexfree por meio de um mandado de segurança. Como os bens
estão congelados pela Justiça, nenhum associado tem recebido o retorno
sobre seus possíveis investimentos. Contudo, o Supremo Tribunal Federal
(STF) arquivou o pedido. Para saber mais sobre o caso, confira uma lista
de perguntas e respostas elaborada pelo site de VEJA.
1 de 6
O que é a Telexfree?
Trata-se de uma empresa que comercializava sistemas de telefonia por meio da internet (Voice Over Internet Protocol - VOIP) desde 2012. O modelo de negócio, segundo o site da companhia, é o marketing multinível - em que os vendedores ganham em cima do faturamento com a venda dos sistemas. Contudo, desde o início do ano, Procons de vários estados têm recebido denúncias de que a Telexfree é um sistema de pirâmide. Isso significa que, em vez de cada vendedor ganhar em cima do que vende, ganha um porcentual em cima dos novos vendedores que angaria para a rede. Em seu site, a Telexfree também informava que comercializava anúncios na internet.BBom, Telexfree e mais onze empresas são investigadas por pirâmide financeira
Empresa de venda de aparelhos de rastreamento BBom tem bens bloqueados pela Justiça
(Divulgação)
Além da BBom e da Telexfree,
empresas acusadas de prática de crime financeiro, outras onze
companhias estão sendo investigadas pelo mesmo crime, que envolve a
criação de pirâmide financeira. A ação faz parte de uma força-tarefa de
promotores e procuradores do Ministério Público de diversos estados
brasileiros para desmembrar esse tipo de atividade ilegal, entre eles
Goiás, Espírito Santo, Acre, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Ceará e
Pernambuco,
Ao todo são treze empresas envolvidas em denúncias de irregularidades,
de acordo com o promotor Hélio Telho, do Ministério Público Federal de
Goiás - eram nove até a semana passada, quando o MP gaúcho começou a
investigar as empresas Nnex, Multiclick, Priples e Cidiz. Telho não quis
revelar os novos nomes por se tratar de informação temporariamente
sigilosa. "Os esforços são conjuntos porque a rapidez com que essas
operações se propagam é absurdamente rápida, especialmente por causa das
redes sociais", explicou o promotor. "Se comprovada essa prática em
outras empresas, uma ação pública será ajuizada", afirmou Telho.
A BBom e a Telexfree já
tiveram seus bens congelados durante a investigação. No caso da
primeira, a inserção de novos integrantes na rede era feita sob a
alegação de que eles seriam parceiros em um comércio de rastreadores,
que, segundo a investigação, era um negócio de fachada e nem mesmo os
rastreadores eram homologados junto à Agência Nacional de
Telecomunicações (Anatel). No caso da segunda, era comercializado um
sistema de telefonia via internet, o VOIP (Voice Over Internet
Protocol).
Precauções - Nesses casos, o promotor de Goiás
aconselha os envolvidos a guardar todos os comprovantes das operações
que fizeram com as empresas - contrato, depósitos e pagamentos - para
serem ressarcidos, pelo menos, de parte do dinheiro investido, conforme
determinar a Justiça.
O promotor lembra ainda que a prática de pirâmide financeira é crime e
pede atenção das pessoas para indícios que podem significar um negócio
ilegal. Primeiramente, o promotor indica que os indivíduos desconfiem de
qualquer empresa que ofereça ganhos altos em um curto espaço de tempo.
Em segundo lugar, Telho recomenda pensar muitas vezes antes de se
envolver com uma empresa que diz praticar 'marketing multinível', mas
pede dinheiro para aceitar o associado. Há uma diferença importante
entre o modelo de negócios denominado 'marketing multinível' ou
'marketing de rede', e o golpe conhecido por pirâmide financeira.
No caso do 'marketing multinível', trata-se de modelo comercial sustentável e legal, no qual o integrante da rede ganha pela venda de produtos ou serviços - e não pelo recrutamento de outros vendedores. Ou seja, seu faturamento será proporcional à receita gerada pelas vendas - a base da sustentabilidade do negócio - e não pelo número de integrantes investindo no negócio.
No caso do 'marketing multinível', trata-se de modelo comercial sustentável e legal, no qual o integrante da rede ganha pela venda de produtos ou serviços - e não pelo recrutamento de outros vendedores. Ou seja, seu faturamento será proporcional à receita gerada pelas vendas - a base da sustentabilidade do negócio - e não pelo número de integrantes investindo no negócio.
Na 'pirâmide financeira', os participantes são remunerados somente pela
indicação de outros associados, sem levar em consideração a real venda
de produtos. Assim, a sustentabilidade do negócio fica comprometida,
pois sua base é essencialmente o pagamento dos associados e, em algum
momento, atrair novos participantes se torna matematicamente impossível.
"O dinheiro que entrava na BBom, por exemplo, era pra pagar o lucro das
pessoas que entraram primeiro. Esse tipo de empresa é insustentável a
longo prazo", disse Telho, ao explicar que a companhia pode rapidamente
falir se a entrada de novos associados é interrompida.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Além de Telexfree, BBom e mais 4 são investigadas no Rio Grande do Norte
BBom: empresa nega irregularidades
A BBom, que vende rastreadores para carros por
meio de marketing multinível, e a Multiclick, de publicidade online,
serão investigadas pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte
(MP-RN), em conjunto com outras quatro empresas.
A suspeita é que os negócios sirvam para a montagem de pirâmides financeiras, o que é crime no Brasil. Uma investigação semelhante levou a Justiça do Acre, no mês passado, a suspender os pagamentos da Telexfree
, que tem entre 450 mil e 600 mil divulgadores.
As investigações foram decididas na manhã desta
terça-feira (2), em reunião na Procuradoria-Geral de Justiça, e o
inquérito será instaurado até quinta-feira (4). Além de BBom e
Multiclick, serão analisadas as atividades de Telexfree, Nnex, Priples e
Cidiz.
A Bbom, que conta com cerca de 300 mil associados, também despertou a
atenção dos promotores do Acre, que fazem um "levantamento inicial"
sobre a empresa, diz Danilo Lovisero, coordenador do Núcleo de Apoio
Técnico (NAT) do Ministério Público do estado.
"Num primeiro momento, [ o MP
] se voltou contra a Telexfree, mas é óbvio que vamos ter de investigar também a atuação da Bbom e demais [ empresas com atuação semelhante
] para verificar se estão praticando o mesmo tipo de pirâmide
financeira", afirma Lovisero. "Se configurado no levantamento
preliminar, com absoluta convicção será instaurado inquérito civil e até
criminal."
Ednaldo Bispo, diretor da BBom, nega que haja irregularidades.
"A gente tem conhecimento sim dessas suspeitas, mas,
antes de mais nada, nós não fomos notificados por nenhum Ministério
Público."
Os representantes da Telexfree também sempre defenderam a
legalidade do modelo de negócios da empresa. Em resposta a contato da
reportagem, a Cidiz informou possuir diversas características que a
diferenciam do sistema de pirâmides – dentre eles, o fato de que todo o
valor pago à empresa corresponde a produtos.
"A Cidiz repudia qualquer prática criminosa e se coloca a
inteira disposição das autoridades competentes para quaisquer
esclarecimentos."
Procurados desde o dia 28 de junho, os porta-vozes da
Multiclick não foram localizados. A Nnex não retornou os contatos feitos
na tarde desta terça-feira (2). Os responsáveis pela Priples não foram
localizados.
'Febre de pirâmides'
Nesta segunda-feira (1º), o iG
revelou que, em todo o País, ao menos sete empresas estão em investigação por suspeita de serem pirâmides financeiras
, de acordo com a Associação do Ministério Público do Consumidor
(MPCON). Amaury Oliva, diretor do Departamento de Proteção e Defesa do
Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, considerou haver uma "febre"
desse tipo de fraude no País.
O DPDC elabora uma nota técnica para auxiliar
consumidores e órgãos de defesa a definir o que é pirâmide e o que é
marketing multinível (MMN), um modelo de varejo legal em que os
vendedores ganham bonificações pelas comercializações de outros
vendedores atraídos para o negócio.
Uma diferença fundamental é que, nas pirâmides, o
faturamento da empresa vem sobretudo das taxas de adesão pagas por quem
entra na rede, e não da venda dos produtos, informa a Associação
Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).
'Marketing multinível acelerado'
Fundada neste ano, a BBom cobra dos revendedores taxas de
adesão que variam de R$ 600 a R$ 3 mil. Mas, segundo Ednaldo Bispo,
diretor da empresa, o faturamento depende sobretudo dos produtos e
serviços – no mês passado, foi lançado um bactericida.
"O faturamento da BBom vem principalmente dos serviços de rastreamento [ de veículos
] e da venda de equipamento de monitoramento [ de veículos
]. É esse o faturamento que a gente divide com a rede [ de divulgadores
]", diz Bispo. "Se hoje pararem de entrar pessoas no sistema, a BBom continua funcionando."
O diretor afirma haver pouca compreensão sobre o
marketing multinível no Brasil, o que leva à confusão entre negócios
legítimos e fraudes.
"Como algumas empresas se apoderam e não adotam o multinível [ corretamente
], nós que praticamos um MMN um pouco acelerado somos colocados nesse meio", diz Bispo.
Além de Telexfree, 7 empresas são investigadas por suspeita de pirâmide
Além da Telexfree, sete outras empresas estão
sob investigação por suspeita de serem utilizadas para montar pirâmides
financeiras.
Amaury Oliva (esquerda), do Ministério da Justiça: 'parceiros estão investigando outros casos'
A informação é de Murilo de Moraes e Miranda,
presidente da Associação do Ministério Público do Consumidor (MPCON). O
promotor não quis conceder entrevista nem adiantar o nome das
investigadas. Os dados foram passados à reportagem reportagem pela
assessoria do Ministério Público de Goiás MP-GO, onde Miranda atua.
As sete empresas são alvo de algum tipo de processo
investigativo – como inquéritos civis e procedimentos administrativos –
por iniciado por ministérios públicos estaduais, Ministério Público
Federal ou polícias civis e federal. A lista pode aumentar pois todos os
negócios com características semelhantes serão alvo de atenção.
O diretor do Departamento de Proteção e Defesa do
Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, Amaury Martins de Oliva,
fala em uma “febre” de modelos de negócios com indícios de pirâmide
financeira.
Até hoje, o órgão só abriu processo administrativo para investigar a conduta da Telexfree
. Mas, segundo Oliva, questionamentos sobre outras empresas já chegaram
ao Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon), que reúne os
Procons e promotorias do consumidor de todo o País.
“A gente conversa com parceiros e há parceiros
investigando outros casos. Parece que virou um pouco uma febre, não é?
Surgiram várias empresas com indícios de prática de pirâmide”, diz o
diretor ao iG
. “Temos quatro reuniões [ do Senacon
] por ano e esse [ pirâmides
] é um motivo de preocupação justamente pelo risco que causa ao
consumidor, que entra de boa fé mas corre o risco de perder todo o valor
[ investido
].”
A preocupação vai além do Ministério da Justiça. No
último dia 20, a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) divulgou
uma nota técnica sobre pirâmides e outros golpes financeiros.
Pirâmide versus
marketing multinível
O DPDC também elabora um documento para
ajudar os órgãos que atuam na defesa do consumidor a identificar esse
tipo de crime. O objetivo é evitar que a população entre nesses esquemas
pois, embora a lei proteja quem aderiu de boa fé, pode ser difícil
reaver as verbas investidas num esquema fraudulento.
“A grande preocupação é antecipar-se ao
momento em que a pirâmide quebra, porque daí o dano já está causado,
milhares de consumidores já tiveram prejuízo e é difícil ter ação para
proteger esses consumidores. Então essa é uma ação preventiva”, diz
Oliva.
“
Há parceiros investigando outros casos. Parece que virou um pouco uma febre"
Uma das preocupações da orientação será
tornar clara a diferença entre pirâmides financeiras, ilegais, e redes
de marketing multinível (MMN), um modelo legal de varejo em que os
comerciantes ganham bônus por vendas realizadas por outros comerciantes
que atraem para o negócio.
Uma diferença fundamental entre as duas
práticas é que, enquanto no MMN a maior parte do faturamento vem da
venda de produtos ou serviços, as pirâmides são sustentadas pelas taxas
de adesão pagas por quem entra no sistema. Assim, seria necessário uma
população infinita para que o negócio fosse continuamente viável e
lucrativo.
'Regulamentação é suficiente'
A Telexfree, por exemplo, afirma vender pacotes de
telefonia por internet via MNN. Mas, para o Ministério Público do Acre
(MP-AC) e para a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), a
empresa na verdade depende sobretudo dos pagamentos efetuados pelos
novos divulgadores para entrar no sistema.
"Antes de ser de marketing multinível, uma empresa tem de
ser de venda direta. E, para ser de venda direta, o ganho tem de ser
focado nos produtos comercializados", diz a diretora-executiva da
Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), Roberta
Kuruzu
Depois da decisão que suspendeu os pagamentos e a entrada
de novos divulgadores na Telexfree, as consultas à ABEVD sobre outras
empresas semelhantes aumentaram. A Telexfree não é filiada à associação.
"Temos acompanhado inúmeras consultas que a gente recebe de consumidores que estão sendo prospectados [ para entrar nas redes
]", diz Roberta.
A lei normalmente utilizada pela Justiça para
criminalizar as pirâmides financeiras é de 1951. Não há uma legislação
federal específica sobre marketing multinível. Segundo Oliva, diretor do
DPDC, não há expectativa de criação de novas regras para o setor.
“De nossa parte não temos trabalhado em nenhuma medida regulatória. Acho que esses conceitos [ marketing multinível
] são bem definidos, bem distintos [ da pirâmide
]”, diz.
Para Roberta, da ABEVD, as regras atuais são suficientes.
"Temos o nosso código de ética que regulamenta as
relações das empresas com os revendedores e dos revendedores com os
consumidores", afirma a diretora-executiva. "[ Marketing multinível
] é venda de produtos ou serviços por meio de profissionais autônomos, e
não a simples prospecção de pessoas que pagam a taxa de adesão com
valores exorbitantes."
Telexfree é derrotada e continua impedida de fazer pagamentos e novos cadastros
Imagem do site explica funcionamento do sistema
O Tribunal de Justiça do Acre decidiu manter
bloqueados os pagamentos da Telexfree, bem como a adesão de novos
divulgadores ao sistema. A decisão é do desembargador Samoel
Evangelista, da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) e
vale para todo o Brasil, bem como para o exterior.
O bloqueio havia sido determinado no último
dia 18 pela juíza da 2ª Vara Cível de Rio Branco (AC), Thaís Queiroz
Borges de Oliveira Abou Khalil, que também tornou indisponíveis os bens
de Carlos Costa e Carlos Wanzeler, sócios da Ympactus Comercial LTDA,
razão social da Telexfree.
A suspeita é que a empresa tenha montado um sistema de
pirâmide financeira, e não um negócio de venda de pacotes de telefonia
via internet (VoIP, na sigla em inglês) por meio de marketing
multinível, como se apresenta.
O desembargador Evangelista recebeu o recurso da empresa e
dos seus sócios no último dia 20. Nesta segunda-feira (24), o
magistrado manteve na íntegra a decisão de primeira instância.
A Telexfree tem cinco dias para apresentar um novo recurso e levar o caso ao colegiado da 2ª Câmara Cível.
Procurados, os advogados da Telexfree não comentaram até o
momento. Na página da empresa em uma rede social, um comunicado afirma
que "o mais breve possível tudo estará normalizado".
A decisão ocorre no mesmo dia em que a Mapfre negou que a Telexfree a tivesse contratado para oferecer seguro aos seus divulgadores
. A informação havia sido prestada por Carlos Costa por meio de um vídeo, mas foi desmentida em nota pela seguradora.
Em entrevista exclusiva ao iG
em março, Costa afirmou que a empresa tinha mais de 450 mil associados.
Seu advogado, Horst Fuchs, falava em 600 mil. Ambos sempre negaram
qualquer irregularidades.
'Poderá ser o maior golpe da história do Brasil'
O bloqueio dos pagamentos e cadastros atende a um pedido
do Ministério Público do Acre (MP-AC), que considera a Telexfree como
possivelmente "o maior golpe da história do Brasil", segundo a decisão
de primeira instância.
O argumento do órgão é que, em vez de depender da venda
dos pacotes VoIP, o lucro da empresa e de seus promotores – chamados de
divulgadores – depende sobretudo da entrada de novos integrantes, como
numa pirâmide financeira.
Segundo a juíza Thaís Kalil, é vantajoso para os
promotores tentarem cadastrar outros divulgadores na rede do que
efetivamente tentar vender o produto VoIP.
"A questão é que, muito provavelmente, quando esgotada a
principal fonte de receita do grupo (novos cadastramentos), muitos não
terão oportunidade sequer de recuperar o investimento inicial (mínimo de
US$ 339), ai então se começará a falar em prejuízo", escreveu a juíza.
No recurso, os advogados da empresa afirmaram que a
decisão causava o "calote institucionalizado" e que o fim de novos
cadastros irá resultar no fim da Telexfree.
Entenda o caso
Telexfree é o nome fantasia da Ympactus Comercial Ltda.,
do Espírito Santo, braço brasileiro da Telexfree Inc., fundada em 2002
nos Estados Unidos por Carlos Wanzeler e James Merril. A venda dos
pacotes VoIP, segundo a empresa, ocorre no sistema de marketing
multinível, e os interessados também podem lucrar por meio da publicação
de propaganda na internet e da captação de novos divulgadores para a
rede.
A Ympactus passou a ser investigada depois que serviços
de proteção ao consumidor (Procons) de diversos estados relataram um
número elevado de consultas sobre o sistema Telexfree. No Mato Grosso,
houve casos de pessoas que venderam carros e joias para investir no
negócio, disse, em março, o procurador-geral do estado, Paulo Prado.
Impulsionados pelos Procons, os ministérios da Justiça e
da Fazenda fizeram uma análise da Telexfree. Em março, a Secretaria de
Acompanhamento Econômico anunciou que o modelo de negócio não era
"sustentável" e se assemelhava a um esquema de pirâmide financeira.
Também em março, o iG
mostrou que, nos EUA, a Telexfree havia contratado Gerald P. Nehra, um advogado com experiência em casos de pirâmide
, para rever o modelo de negócios praticado no mercado americano.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
O que é trabalhar na Internet?
A cada dia que se passa surgem vários métodos e meios de se ganhar
um dinheiro extra, muito vantajoso para aqueles que além da vontade
de faturar possuem a qualidade da paciência e persistência.
Trabalhar na internet pode ser muito valioso por várias
questões, como disponibilidade de tempo, comodidade, não possuir
patrões com as suas cobranças chatas, enfim, mas será que esse
meio de trabalho pode ser por si só a única fonte de renda de uma
pessoa? Será que trabalhar na internet é uma forma garantida
de ter bons lucros ou retorno favorável? Tentaremos explicar a
seguir como funciona esse universo virtual e qual a diferença que
ele possui do mundo real em que vivemos. Daremos todas as respostas
acima cabendo a você distinguir o que realmente compensa e se
enquadra em seu perfil, se trabalhar na internet realmente
substitui o trabalho do dia a dia ou se ao menos o complementa.
Todo ser humano que se diz digno de honra, sente em seu corpo a
necessidade de trabalhar. O trabalho engradece a alma e igualiza
qualquer pessoa. Um trabalhador em canteiros de obra quando chega em
sua casa, por mais humilde que seja, ou não, afinal hoje em dia, com
todos os benefícios todos têm direito e consegue tudo o que quiser,
voltando, quando esse trabalhador chega em sua casa após um dia
cansativo de trabalho, um dia desgastante, toma o seu banho, faz o
seu jantar, deita e dorme, com a consciência tranquila, sabendo que
fez a sua parte para o desenvolvimento de sua cidade, estado ou pais,
mesmo sem perceber, a sua renda garante renda a outras milhares de
pessoas. Não diferente do construtor está o advogado, o médico, o
engenheiro, o comerciante, enfim, todos aqueles que acordam de manhã,
passam o dia na labuta e regressam à suas casas ao anoitecer.
Isso porém não é o único meio de se sobreviver ou de ter dignidade
vinda através do trabalho. Com o avanço da tecnologia, da
informação e principalmente com a globalização em um patamar cada
vez mais evidente, garantimos uma boa fonte de renda extra sem
sairmos da nossa casa ou até mesmo sem precisar nos submeter a
problemas externos causados por outras milhares de pessoas que
precisam acordar cedo e ir trabalhar.
Trabalhar
na internet nos dias atuais é
mais do que tornar o seu lazer que é a navegação livre pelo vasto
mundo virtual em uma fonte de renda realmente rentável. Trabalhar
na internet está virando uma
saída alternativa para dois tipos de pessoas. 1° aquela que não
aguenta mais a rotina desgastante dos grandes centros onde os
problemas como trânsito, estresse, má remuneração, problemas de
convivência em seu local de trabalho, etc, etc, etc, acaba tomando a
decisão de jogar tudo pro alto e investir em uma nova atividade,
com isso trabalhar na internet acaba
sendo a saída ideal principalmente para manter o bem estar e a
saúde em ordem. E por fim serve também para pessoas que
disponibilizam de tempo, além da rotina de oito horas diárias,
fazendo com isso uma jornada dupla ou até mesmo tripla, para os
casos de quem estuda, porque não? Se bem organizado o tempo pode ser
muito valioso, lembrando sempre de manter o foco e fazendo tudo
aquilo que se dispôs a fazer, da melhor maneira possível.
Ter
uma vida regrada e com o horário totalmente preenchido é a rotina
de quase todos hoje em dia. Acordar cedo, ter horário para entrar no
trabalho, ou até antes, ter horário para esperar o onibûs, o trem,
qualquer tipo de condução, horário para almoçar, para voltar do
almoço, horário para sair do trabalho, e por ai vai. Toda essa
mecanização em que já nos acostumamos acaba pondo fim ao nosso
principal objetivo, aquele que nos motiva a acordar todo dia e passar
pelos muito problemas que se é enfrentado, acabando que não
ganhamos o mais importante, que é o dinheiro, pelo contrário até,
a consumação se inicia na primeira condução que pegamos ou no
primeiro litro de combustível que é posto em nosso carro. Apesar de
tudo isso, não se pode parar e se está ruim mesmo nos sujeitando a
tudo isso, sem esse fato é que a coisa não anda mesmo. Com isso
acabamos passando a maior parte de nossa vida preocupado da onde
tiraríamos tempo para estudar, fazer um trabalho extra como trabalhar
na internet, ou até mesmo ter
o próprio lazer.
Diante
de todos os problemas apresentados, chega-se a uma conclusão.
Trabalhar como funcionários não é a melhor opção para se levar
uma vida, correto? Não! Todo trabalho, por mais desgastante ou menos
lucrativo que pareça ser é essencial, mas hoje em dia não é
apenas a única saída. Existem vários meios de se trabalhar
na internet em horários que se
encontram vagos. mas que uma coisa fique bem clara, esse tipo de
trabalho não é uma forma fácil de faturar uma renda extra, ele
exige dedicação, paciência, estudo, atenção e principalmente
comprometimento. Com foco no objetivo a ser alcançado, trabalhar
na internet é uma forma
segura, tranquila e sim, muito lucrativa.
Quando
se passa a ter um tempo disponível aconselha-se a torná-lo útil e
trabalhar na internet
é um meio de ocupá-lo de maneira a fazer com que o trabalho
rotineiro, aquele que consome a maior parte do seu tempo, venha a ser
complementado
por ele. Trabalhar na internet
pode ser facilmente esse complemento,
além de ser de fácil aprendizagem, isso significa que esse trabalho
não irá lhe consumir um tempo precioso de estudo por ser de difícil
acompanhamento, mas sim direto, o estudo no ramo de se trabalhar
na internet é mais voltado aos
meios em que possam maximizar os lucros. Uma outra grande qualidade
dessa inovadora profissão, é o fato de que enquanto você está em
seu trabalho comum, a internet se encarrega de fazer a sua
remuneração, seus lucros estão correndo a qualquer hora do dia,
com ou sem a sua atenção.
Concluimos
que trabalhar na internet
é sim uma forma muito boa de se complementar a renda, claro, que
exige esforço e dedicação assim como tudo que nos propormos a
fazer em nossas vidas, porém, no aconchego de sua casa ou qualquer
outro lugar que contenha uma rede com internet. Trabalhar
na internet é fácil e requer
apenas comprometimento com um objetivo a ser alcançado, podendo
tranquilamente levar uma vida paralela com atenção ao trabalho, a
família e ao lazer, por exemplo.
terça-feira, 2 de julho de 2013
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Bbom - Marketing Multinivel
Que tal GANHAR DINHEIRO em um negócio:
SEM necessidade de estocar ou vender produtos;
SEM precisar incomodar ou indicar outras pessoas;
SEM trabalhos monótonos ou repetitivos como, por exemplo, postar anúncios, clicar em sites, testar jogos, enviar ou ler e-mails.
Se sua resposta for SIM, então conheça a BBOM, empresa 100% brasileira.
A BBOM é uma franquia de rastreadores da empresa UNEPXMIL 48 HORAS, empresa 100% brasileira, de reconhecida CREDIBILIDADE, SOLIDEZ E SEGURANÇA, com mais de 17 anos de sucesso no ramo de rastreamento e monitoramento, pioneira neste ramo com 1.795 franquias individuais e empresarias espalhadas por mais de 2.500 municípios do Brasil, sendo a 2ª maior franqueadora do país, em franca expansão no Brasil.
Nome Razão Social: BBRASIL ORGANIZAÇÃO E MÉTODOS LTDA
CNPJ: 02.184.636/0001-66
BBOM: registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial por meio do processo nº 905662431
ALAMEDA GRAJAÚ, 129
CONJUNTO 306, EDIFÍCIO MURANO, ALPHAVILLE.
SANTANA DO PARNAÍBA, SÃO PAULO.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Juíza que bloqueou pagamento da Telexfree é ameaçada de morte
Ameaças à juíza Thaís Khalil em uma rede social
A juíza Thaís Khalil, que em 18 de junho
determinou a suspensão dos pagamentos da Telexfree, está sendo ameaçada
de morte. Segundo o promotor Rodrigo Curti, do Ministério Público do
Acre (MP-AC), anônimos também promteram matar os filhos e o marido da
juíza.
"Foram ameaças diretas, de morte e sequestro, por e-mail,
telefone, Facebook", diz Curti, do Grupo Atuação Especial de Combate ao
Crime Organizado (Gaeco) do MP-AC, ao iG
. "Nós já estamos tomando todas as providências cabíveis para rastrear o
autor, ou os autores, para que possam ser responsabilizados. A Justiça
não vai se calar diante desses fatos."
Um inquérito policial foi aberto nesta sexta-feira (28)
para apurar os crimes de coação e ameaça. Segundo Curti, as intimidações
começaram no início da semana, mas ganharam força nos últimos dias, e
chegaram oficialmente ao conhecimento do Gaeco na manhã desta
sexta-feira (24).
A suspeita é que os responsáveis sejam divulgadores da
Telexfree que temem perder o dinheiro investido no sistema, considerado
uma pirâmide financeira pelo MP-AC.
"Eram ameaças do tipo 'sua esposa vai morrer' e 'morte é o
de menos que vai acontecer com vocês'", conta ao iG Pascal Khalil,
marido de Thaís. "E o que me deixou mais preocupado é que alguns dos
amigos da pessoa que fez a ameaça pelo Facebook também são amigos meus
[na rede]."
Khalil diz ser a primeira vez que ele recebe ameaças de morte.
A Associação dos Magistrados do Acre (ASMAC) emitiu nota
de repúdio aos ataques sofridos pela juíza e ressaltou que "eventual
insatisfação com o teor de ato decisório judicial deve ser combatido
única e exclusivamente por meio do recurso próprio dirigido ao tribunal
competente"
A Telexfree, nome fantasia da Ympactus Comercial LTDA,
informa usar o marketing multinível para vender pacotes de telefonia por
internet (VoIP, na sigla em inglês). Os divulgadores ganham dinheiro
não só com a venda do produto, mas também por indicar outros promotores
para rede.
Para o MP-AC, a maior parte do faturamento vem das taxas
de adesão dos divulgadores e não da comercialização dos pacotes de
telefonia. Por isso, o sistema seria uma pirâmide financeira.
No dia 18 de junho, a juíza Thaís Khalil aceitou o pedido
de liminar e determinou a suspensão dos pagamentos e o cadastramento de
novos divulgadores. Os bens de Carlos Costa e Carlos Wanzeler, sócios
administradores da Telexfree, foram bloqueados. A decisão foi mantida
pelo desembargador Samoel Evangelista, da 2ª Câmara Cível do Tribunal de
Justiça do Acre (TJ-AC).
Os representantes da Telexfree sempre negaram irregularidades.
O Tribunal de Justiça foi procurado, mas disse que não poderia confirmar a informação na noite desta sexta-feira (28).
Ataques ao MP
Segundo Curti, hackers atacaram nesta sexta-feira (28) o
site do Ministério Público. A polícia civil, diz o promotor, tem
informações de que uma caravana estaria sendo organizada para engrossar
as manifestações que diariamente têm sido feitas junto à sede da
promotoria.
"Todos os dias nós estamos sendo impedidos de trabalhar,
são constantes os bloqueios em frente à nossa sede.", diz o promotor.
"Tudo leva a crer que são divulgadores dessa empresa, para tentar
intimidar a ação da ação da Justiça."
quinta-feira, 27 de junho de 2013
8 vagas para Estagiários de várias áreas, na Prefeitura de São Carlos
Desde o dia 24 de junho a Prefeitura de São Carlos,
São Paulo, está com inscrições abertas para o processo seletivo com
oito vagas para Estagiário nas áreas de Administração, Ciências
Contábeis, Direito, Engenharia Civil, Nutrição e Publicidade e
Propaganda.
Os contratados receberão a bolsa de R$ 545,00 em jornada de 20h semanais, mais R$ 98,00 de auxílio transporte.
Para concorrer basta se inscrever até o dia 2 de agosto no Centro de Integração Empresa Escola (CIEE),
localizado na rua São Sebastião, nº. 1810, São Carlos, das 8h às 12h e
das 13h às 17h. Os candidatos devem entregar a cópia do RG e CPF ou CNH,
atestado de matrícula atualizado, histórico escolar (disciplinas
cursadas até o segundo semestre de 2012) e comprovante de residência.
Os estudantes serão avaliados por meio de análise do histórico
escolar, provas objetivas e redação. As provas objetivas serão
realizadas na cidade de São Carlos, no dia 25 de agosto de 2013, em
locais e horários a serem comunicados por meio de publicação no Diário
Oficial do Município.
Esta seleção terá a validade de um ano, prorrogável por igual período
a critério da administração, a partir da data da homologação.
Escola Técnica Jornalista Roberto Marinho
A Escola Técnica Jornalista Roberto Marinho,
localizada na cidade de São Paulo, informa que irá realizar Processo
Seletivo, visando a contratação e formação de cadastro para Docentes, a
fim de atender as necessidades dos Cursos de Produção de Áudio e Vídeo e
Multimídia; Produção de Áudio e Vídeo.
Os docentes irão atuar ministrando aulas nas disciplinas de Filosofia Aplicada ao Audiovisual e Ética e Cidadania Organizacional
As inscrições podem ser realizadas entre os dias 01 a 05 de julho de
2013, na Etec Jornalista Roberto Marinho, localizada na Avenida Chucri
Zaidan, nº 40, esquina com a Avenida Jornalista Roberto Marinho, s/nº,
Brooklin Novo. O horário de atendimento será das 14h às 21h.
O valor a ser pago por hora-aula é de R$ 13,70, correspondente à referência P-1.
91 vagas com salários de até 9,3 mil na Prefeitura de Nova Viçosa - BA
Tem início nesta quarta-feira, 26 de junho, o período de inscrições para o processo seletivo da Prefeitura de Nova Viçosa,
Bahia, com 91 vagas de todos os níveis de escolaridade. Os salários
oferecidos variam de R$ 678,00 a R$ 9.368,00 em jornadas de 20h, 25h e
40h semanais. Conheça os cargos:
- Ensino Superior - Professor I, Professor II de Artes, Geografia, História, Inglês, Matemática, Filosofia e Língua Portuguesa, Enfermeiro PSF, Enfermeiro, Enfermeiro CAPS, Ginecologista Obstetra, Odontólogo PSF e Médico PSF;
- Ensino Médio - Secretário Escolar, Auxiliar de Enfermagem e Auxiliar de Gestão;
- Alfabetizado/Fundamental - Auxiliar de Serviços Gerais, Auxiliar de Serviços Gerais (Vigia), Auxiliar Administrativo, Condutor de Veículos de Urgência (SAMU), Recepcionista e Motorista.
Os interessados devem se inscrever até o dia 7 de julho pelo site www.msmconsultoria.com.br. A taxa de participação varia de R$ 34,00 a R$ 100,00.
A seleção dos candidatos constará de provas objetivas de múltipla
escolha, previstas para serem aplicadas no dia 21 de julho, das 8h às
10h ou das 13h às 15h, nas Escolas do Município de Nova Viçosa.
O prazo de validade deste processo seletivo público é de um ano, a
contar da publicação da homologação, prorrogável uma vez por igual
período.
Em Cornélio Procópio, anuncia concurso
CONCURSO PÚBLICO - EDITAL Nº. 75, DE 20 DE JUNHO DE 2013 NOS TERMOS DO EDITAL Nº. 026/2013 - CPCP - CP.
Profissionais com doutorado que tenham interesse em atuar na área
docente junto à Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) terão
a oportunidade participar do concurso 026/2013, no qual serão ofertadas
quatro vagas para Professor Adjunto.
Todas as oportunidades serão destinadas ao campus Cornélio Procópio e
distribuídas entre as áreas de Ciência da Computação/Engenharia de
Software, Engenharia Elétrica/Máquinas Elétricas, Matemática/Análise e
Álgebra, e Matemática/Ensino de Matemática.
Para concorrer bastará realizar inscrição de 1º a 23 de julho pelo site www.utfpr.edu.br (link do certame).
Não poderão participar candidatos que tenham sofrido penalidade
incompatível com a investidura em cargo público federal e que tenham
sociedade privada na condição de administrador ou sócio-gerente.
Mais detalhes sobre a inscrição, bem como as avaliações serão
divulgados no edital completo, que será disponibilizado no site do
concurso.
Fonte: www.in.gov.br.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Contrato de seguro com a Telexfree é falso, afirma Mapfre
A Telexfree não tem um contrato de seguro com a Mapfre, informou nesta segunda-feira (24) a seguradora ao iG
, que promete tomar as "medidas cabíveis" pelo uso indevido de sua marca.
O suposto acordo havia sido divulgado na
sexta-feira (21) por um dos donos da Telexfree, Carlos Costa, depois que
a empresa foi impedida pela Justiça do Acre de fazer pagamentos ao seus divulgadores e de cadastrar novos aderentes
. O Ministério Público do Acre argumenta que o sistema é uma pirâmide financeira.
"A Mapfre Seguros informa que não tem nenhum tipo de
relação comercial ou de parceria com as empresas Telexfree e Ympactus
Comercial Ltda [ razão social da Telexfree
]", diz nota da companhia. "A veiculação de informações que está
sugerindo vínculo contratual de uma das Seguradoras do Grupo com essas
empresas não é verídica."
Em vídeo divulgado na sexta-feira (21) na internet, o
sócio da Telexfree Carlos Costa apresenta um papel com o logotipo da
Mapfre e diz que o contrato "já foi aceito".
"O seu negócio vai ser assegurado. Você qué e 100% Telexfree também será 100% seguro", diz Costa.
A Mapfre, porém, argumenta não ter aceito a proposta de
seguro feita pela Telexfre. A seguradora sequer trabalha com o tipo de
garantia buscado pela empresa de Costa.
"Houve apenas o recebimento de documentos para estudo de
proposta de seguro, que não foi efetivada", diz a nota da companhia.
"Ressaltamos ainda que não existe no portfólio de Seguro Garantia da
Mapfre produto que assegure a empresa [ Telexfree
], nas condições divulgadas."
Garantia de idoneidade
O susposto contrato com a Mapfre foi apresentado por
Costa como garantia de idoneidade da Telexfree, num momento em que suas
atividades foram suspensas pela Justiça pela suspeita de se tratar de
uma pirâmide financeira. O Tribunal de Justiça do Acre deve decidir nesta segunda-feira (24) se mantém ou não o bloqueio
.
"Você acha que a Mapfre faria o seguro de algo que não
fosse 100% legal?", diz Costa, no vídeo. "Claro que não. Então tá aqui
para que você veja. Pessoal, é a legalidade da nossa empresa."
Procurados, Costa e seu advogado, Horst Fuchs, não atenderam às ligações.
Leia abaixo a íntegra da nota da Mapfre.
"A Mapfre Seguros informa que não tem
nenhum tipo de relação comercial ou de parceria com as empresas
Telexfree e Ympactus Comercial Ltda.
A veiculação de informações que está sugerindo vínculo
contratual de uma das Seguradoras do Grupo com essas empresas não é
verídica. Houve apenas o recebimento de documentos para estudo de
proposta de seguro, que não foi efetivada.
A Mapfre Seguros informa ainda que tomará as medidas
legais cabíveis pelo uso indevido de sua marca e por todos os danos
eventualmente ocasionados.
Ressaltamos ainda que não existe no portfólio de
Seguro Garantia da Mapfre produto que assegure a empresa, nas condições
divulgadas.
"
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Justiça proíbe novos cadastros e pagamentos na Telexfree; multa pode chegar a R$ 100 mil
O Ministério Público do Acre (MPE/AC),
por meio das Promotorias de Defesa do Consumidor e de Direitos Humanos,
ingressaram com uma medida cautelar contra a empresa Ympactus Comercial
Ltda., a Telexfree por considerarem que a empresa utiliza a prática de
pirâmide financeira. A ação foi posta pelos promotores Marco Aurélio
Ribeiro e Nicole Gonzalez Colombo Arnoldi.
Nas investigações, os promotores dizem que a Telexfree alega ser uma empresa de marketing multinível, mas que na verdade é um golpe conhecido como pirâmide financeira.
“Por ser insustentável e causar prejuízos a muitas pessoas, é ilegal. Pelo método adotado, para se cadastrar, os pretensos divulgadores precisam investir para garantir a adesão. Cada novo membro compra um ‘pacote’ que remunera os membros que estão acima na cadeia”, explicam os promotores na agência de notícias do MPE.
Eles dizem ainda que o diferencial do marketing multinível das pirâmides financeiras é que no primeiro, o foco é a venda de produtos; enquanto que no outro, o foco é o recrutamento de pessoas para investirem mais.
“No marketing multinível real, remunera-se apenas as vendas realizadas pelo recrutado e nunca o puro e simples recrutamento”, dizem.
Ainda
de acordo com a ação, nas pirâmides financeiras, a venda do produto ou
serviço é apenas uma forma de mascarar o golpe. No caso da Telexfree,
que não está cadastrada na Associação Brasileira de Empresas de Vendas
Diretas (ABEVD), a empresa atua com prestação ou venda de serviços de
telefonia VoIP (por meio da internet). Para se tornar um divulgador, o
novo membro compra determinado pacote de contas, de acordo com o plano
que aderir, mas independente de ele vender ou não esse serviço, ele
ganhará dinheiro se conseguir recrutar outras pessoas para fazer novos
investimentos, e se postar anúncios em sites previamente estabelecidos
pela Telexfree.
Divulgadores são obrigados a comprar contas no atacado
Nesse contexto, para se tornar um divulgador, é necessário comprar um pacote de contas VoIP no atacado. Mas quando vai vender, basta apenas fazer o cadastro do cliente no site e este realizar o download do software. Dessa forma, não é necessário possuir estoque para entrega imediata do serviço ao consumidor final.
Para o Ministério Público, a explicação lógica de se exigir que os divulgadores adquiram kits de contas Telexfree é, na verdade, mascarar o pagamento pelas novas adesões ao esquema.
Outra estratégia usada para mascarar a pirâmide é incentivar a divulgação, principalmente pela internet. Nos sites de empresas de vendas diretas, o foco é o produto, já na página da Telexfree na internet, o destaque é para a seguinte mensagem: “Ganhe dinheiro postando”, com a clara intenção de recrutar novos investidores.
Para o MP/AC, como se não bastasse a incoerência em se adotar o marketing multinível sem se preocupar com a venda dos produtos, as postagens dos anúncios não têm propósito algum, já eles [os anúncios] são os que a própria empresa disponibiliza, e os sites nos quais as postagens poderão ser feitas são somente os listados na própria página da Telexfree.
O fato de que o contrato da Telexfree permita a recompra pela empresa das contas que não forem vendidas também comprova de forma contundente a fraude. Ocorre que a conta VoIP nada mais é do que um serviço de comunicação sobre IP disponibilizado com um software baixado do site da empresa. Assim, a Ympactus não precisa recomprar as contas para revendê-las a consumidores; basta apenas disponibilizar o software para ser baixado, sem pagar nada aos divulgadores.
O despropósito
O divulgador que possui a maior rede da Telexfree no Acre revelou ao MP/AC que, no Estado, deve haver cerca de 70 mil pessoas cadastradas. Na hipótese de cada pessoa cadastrada ter aderido ao menor plano (10 contas VoIP), serão 700 mil contas para serem vendidas no Acre. Segundo o IBGE, em 2012, o Acre possuía 758,78 mil habitantes.
Por outro lado, levando-se em consideração que muitos divulgadores aderiram ao plano com maior número de contas, a conclusão é que existem no Estado mais contas para serem vendidas do que habitantes. Portanto, faltarão consumidores para adquirir o produto em questão e pessoas interessadas em entrar no negócio, o que vai levar a quebra da cadeia, que sobrevive de novos investidores. Por isso, a prática não é sustentável no longo prazo, o que seria mais uma evidência de que se trata de uma pirâmide financeira.
Na pirâmide financeira, o divulgador faz um pagamento para se associar ao sistema e tem a promessa de recompensa vinda do recrutamento de outras pessoas que, por sua vez, deverão recrutar outras. No final, o dinheiro percorre a pirâmide, e apenas os indivíduos que estão na ponta do negócio, o idealizador e alguns investidores ganham. As pessoas que estão na base do esquema assinam o plano, mas não terão como recrutar seguidores.
A decisão
Titular da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, a juíza Thaís Queiroz Borges de Oliveira Abou Khalil, deferiu o pedido do MP/AC e determinou que sejam vedados novos cadastros de divulgadores, bem como se impeça a empresa requerida de efetuar pagamentos aos divulgadores já cadastrados, até o julgamento final da ação principal, sob pena de multa diária de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais).
Em sua decisão, a magistrada considera que “os fundamentos exarados na presente decisão concluíram pela forte presença de indícios no sentido de que as atividades da primeira requerida caracterizam-se com ‘pirâmide financeira’, prática vedada pelo ordenamento jurídico, que inclusive a tipifica como conduta criminosa. Portanto, há urgência em paralisar-se o crescimento da rede, como forma de evitar-se seu esgotamento e consequentes prejuízos que poderá causar a um sem número de pessoas”.
A Telexfree deverá se abster de admitir novas adesões à rede, seja na condição de “partner” ou de “divulgador”, abstendo-se, para tanto, de receber os ditos Fundos de Caução Retornáveis e Custos de Reserva de Posição e de vender kits de contas VOIP 99 Telexfree (ADCentral ou ADCentral Family), sob pena de pagamento de R$100.000,00 (cem mil reais) por cada novo cadastramento ou recadastramento.
Ficam proibidas as vendas de kits de contas VOIP 99 Telexfree nas modalidades ADCentral e ADCentral Family; estão vedados também os pagamentos, aos partners e divulgadores, de comissões, bonificações e quaisquer vantagens oriundas da rede Telexfree (decorrentes de vendas de contas VOIP 99 Telexfree, de novos cadastramentos, de postagens de anúncios, de formação de binários diretos ou indiretos, de royalties, de Team Builder, entre outras. O descumprimento a qualquer das determinações acima enseja o pagamento de multa de R$100 mil por cada novo cadastramento ou recadastramento e por cada pagamento indevido.”
Além disso, a empresa deverá disponibilizar na página www.telexfree.com, no prazo de dois dias, um “pop-up”, informando sobre a decisão judicial. A Ympactus terá ainda que modificar seu sistema, de modo a não permitir novos cadastros através dos “back offices“, sob pena de multa diária de R$ 500 mil.
“(…) o que se percebe de sua atividade prática são fortes indícios de prática ilícita e quiçá criminosa, apta a atingir negativamente a milhares de pessoas, não apenas no Estado do Acre, mas em todo o Brasil e também em outros países onde já há participantes da rede que construiu (vide depoimento de Shawke Lira Sandra), aparentemente sob a forma de marketing multinível, mas em verdade com fortes características de ‘pirâmide financeira’”, ressalta a juíza.
A magistrada determinou ainda, a indisponibilidade de todos os bens móveis, imóveis e valores existentes em contas bancárias e aplicações financeiras de propriedade da primeira requerida e de seus sócios administradores, Carlos Roberto Costa e Carlos Nataniel Wanzeler, estendendo a decisão, quanto aos imóveis destes últimos, também aos seus respectivos cônjuges; e o bloqueio de valores existentes em contas bancárias e aplicações financeiras mantidas por Ympactus Comercial Ltda., Carlos Roberto Costa e Carlos Nataniel Wanzeler, através da expedição de ofício ao Banco Central do Brasil.
Também foi determinado à empresa a apresentação em juízo, no prazo de dez dias, sob pena de multa diária de R$ 500 mil.
segunda-feira, 17 de junho de 2013
NOVO PLANO DIAMANTE NA MONEY OVER WORK.
Além deste mês eu ter recebido mais de R$6000,00 agora tem mais coisas.
NOVO PLANO DIAMANTE NA MONEY OVER WORK.
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